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Instituto Brasileiro de Hipnoterapia |
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...Boletim da Dermatologia de 2007, onde Dr. Azambuja fala, novamente, sobre a importância da psicoterapia (juntamente com a Dermatologia) no tratamento de doenças e enfermidades da pele e, ainda, cita expressamente a HIPNOSE. Clique AQUI para ler na íntegra. O CÉREBRO HIPNOTIZADO O assunto sempre gerou controvérsia. Tem gente que acha a hipnose um jogo teatral. O hipnotizado fingiria sensações que seu cérebro não sente, querendo se iludir, mas, no fundo, no fundo, sabendo da farsa. E tem gente que vê na hipnose um estado neurológico especial. Nele, o cérebro focaria a atenção no assunto sugerido pelo hipnotizador, sem dar bola para outras informações registradas naquele momento. Ok, tudo continuaria não passando de ilusão. Mas com uma
enorme diferença: o cérebro é que seria iludido, sentindo de fato o que o
hipnotizador lhe sugerisse. Seria possível até ver o cérebro sendo
enganado. Aliás é exatamente isso o que está fazendo um grupo de
cientistas americanos eles entraram de cabeça na hipnose para desvendar
seus mistérios e acabar com a polêmica. Olhos fechados, mente atenta e concentrada. “A gente ainda
não conhece os detalhes do processo, mas o quadro está cada vez mais
claro”, disse o americano Stephen Kosslyn, psicólogo e neurologista da
Universidade Harvard, um dos coordenadores da experiência, que também
contou com psiquiatras da Universidade Stanford, radiologistas do Hospital
Geral de Massachusetts, em Boston, além de neurologistas do Memorial
Hospital, de Nova York. Para esse time da pesada mergulhar na hipnose, um
equipamento foi fundamental: o PET,(tomografia por emissão de pósitrons),
que mostra com precisão quais regiões cerebrais estão sendo ativadas a
cada momento. Nessa tecla, o fisiologista italiano Giancarlo Carli já vem batendo há mais de uma década, apesar de a palavra hipnose, criada no final do século XIX, ser derivada de Hypnos, o deus grego do sono. “A hipnose é um estado de vigília. Ela nada tem a ver com adormecer”, afirma ele, que é considerado um dos maiores especialistas mundiais no assunto. “O próprio eletroencefalograma já indicava isso ao registrar as ondas cerebrais. Durante o sono, há ondas bastante típicas, que nunca aparecem nos hipnotizados. Mesmo aqueles que chegam ao grau mais profundo da hipnose apresentam ondas cerebrais de quem está acordado.” Se os cientistas entendem melhor o que é a hipnose, eles pouco sabem sobre a trajetória que leva o cérebro a esse estado. Há indícios de que uma estrutura cerebral semelhante a uma rede, chamada formação reticular, funciona como elo entre a voz do hipnotizador e a massa cinzenta do hipnotizado. “A formação reticular controla a vigília e o sono e ainda seleciona em que informações devemos nos concentrar”, explica o psiquiatra Fernando Portela Câmara, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. A tese mais aceita é a de que as palavras do hipnotizador,
processadas pelo nervo auditivo, alcançam a ponta dessa rede, na base do
cérebro, e se espalham por toda a massa cinzenta. Por se tratar de
estímulos repetitivos, quando eles chegam no lobo frontal, região atrás da
testa, concentram a atenção do paciente em um único foco, inibindo tudo o
que está ao redor. Extraído do site: www.ibrapa.com
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